Vortex Media

Nasce o jornalismo em movimento

Um novo Brasil requer uma nova imprensa. E uma nova imprensa requer um novo modo de fazer jornalismo. Um jornalismo que adapte princípios fundamentais da profissão às mudanças profundas nas vidas pública e privada do começo do século XXI. Nascemos com a ambição de liderar essa nova imprensa brasileira. Um veículo puramente digital, adaptado à revolução tecnológica em curso. Um veículo que pretende elevar nosso jornalismo para que nosso jornalismo possa elevar nossa democracia.

Seremos uma plataforma social de jornalismo que oferecerá a melhor cobertura de política e Justiça do Brasil, por meio de um diálogo constante e franco com vocês, leitores. Para isso, publicaremos investigações de impacto, reportagens especiais e análises profundas e ágeis sobre fatos políticos e jurídicos do momento. Não publicaremos aquilo que vocês já souberam pelas redes sociais. Também não publicaremos artigos de opinião. Publicaremos apenas fatos e interpretações fundamentadas em informações verificáveis. Hoje, sobram opiniões, boas ou ruins. Faltam reportagens que revelem algo desconhecido e análises que deem sentido a fatos que vocês acabaram de tomar conhecimento.

A nossa missão é simples: ajudar a elevar o debate político e jurídico do país. Reconhecemos que se trata de algo difícil. Mas é esse propósito que anima nossos esforços e dá sentido ao jornalismo que almejamos publicar. Um jornalismo que contribua para o desenvolvimento institucional do Brasil. Que seja referência para todos, pairando acima de interesses privados, sejam eles de políticos, sejam eles de magistrados, sejam eles de empresas, sejam eles de partidos.

Criamos um modelo inovador para cumprir essa missão. Chama-se “jornalismo em movimento”. Ele alia independência, imparcialidade, rigor, espírito crítico e equilíbrio na busca dos fatos de interesse público com transparência radical de métodos e intenções. Essa transparência pressupõe uma conversa franca e constante com vocês.

Nosso jornalismo não acabará quando publicarmos uma reportagem. Ele começará. Ganhará vida e significado por meio da participação crítica de todos. Nosso diálogo permanente enriquecerá ou corrigirá nossa interpretação dos fatos. Vocês terão a oportunidade de apontar erros ou omissões, debater o que revelamos ou analisamos e, ainda, esclarecer dúvidas com nossos jornalistas. Acreditamos que desse engajamento substantivo emergirá um jornalismo que errará menos e informará melhor. Esperamos, assim, ganhar, a cada dia, a confiança e o respeito de vocês.

O novo jornalismo se faz com pessoas e tecnologia de ponta. Conheça nossa equipe.

Nosso modelo exige uma nova cultura jornalística. Não nos permitiremos a soberba de julgarmos estar sempre certos. A imprensa não está acima da lei e muito menos do escrutínio público. Jornalistas não detêm verdades, embora busquem publicar fatos. Pela natureza do seu trabalho, podem e devem ser criticados, fiscalizados. Por nossa abordagem e postura, sempre admitiremos, por definição, que podemos estar errados em nossas interpretações – mesmo que não tenhamos errado em qualquer fato. Não estamos apenas abertos ao diálogo: queremos – precisamos – receber críticas. É por meio da troca com vocês que corrigiremos distorções e melhoraremos a qualidade do nosso jornalismo.

Admitir que podemos errar não significa rebaixar padrões jornalísticos. Significa exatamente o contrário: elevar esses padrões a níveis inéditos. Nosso modelo nos obriga a expor como chegamos a fatos ou a conclusões. Explicaremos quais fontes usamos e quais métodos de apuração empregamos. Publicaremos bancos de dados e documentos que sustentem o que afirmamos. Desse modo, vocês poderão verificar de modo independente, caso queiram, se nossas reportagens, investigações e análises são sólidas ou não. Também detalharemos nossas razões editoriais, sempre que possível: por que decidimos apurar e publicar determinado conteúdo.

Para alcançarmos a excelência que prometemos a vocês, sempre agiremos de boa-fé perante o público, sejam leitores, sejam fontes. Não haverá armadilhas ou malandragens para obter notícias. Nós não temos direitos éticos superiores aos de qualquer pessoa. Temos as mesmas obrigações de obedecer a lei e proceder com a civilidade que deve nortear a vida em sociedade. Somos – ou devemos ser – como vocês. Assumiremos a responsabilidade pelo que publicamos. Se confiarmos em fontes que vierem a errar, erraremos juntos, pois teremos corroborado o erro original. Seremos partícipes nesse tipo de erro, e reconheceremos isso quando acontecer. É o que o nosso padrão jornalístico exige.

Em outra inovação radical, nosso modelo prevê a criação de um método jornalístico que combine arte e ciência, criatividade e rigor, imaginação e dados. Para produzir um jornalismo que seja o mais criterioso, profundo e interessante possível, conciliaremos modelos estatísticos e ferramentas de inteligência artificial com informações obtidas junto a fontes humanas. É a união de métodos qualitativos (apuração tradicional) com métodos quantitativos (construção e uso de bancos de dados). Asseguramos, leitores: sairá coisa boa disso.

Acreditamos que a nova imprensa precisa se adaptar a vocês, e não esperar que vocês se adaptem a ela. Servir os leitores não significa produzir um jornalismo servil. Significa ouvi-los de verdade e ser útil a todos. Somente assim, avaliamos, nosso jornalismo poderá dar certo e ser sustentável a longo prazo. Pois o Vortex dependerá da confiança de vocês em nossa missão: financiaremos nosso jornalismo majoritariamente por meio de assinaturas, de modo a assegurar nossa independência. Aceitaremos anúncios de empresas privadas, mas não admitiremos, em hipótese alguma, tentativas de influência indevida em nossa absoluta autonomia editorial. Não aceitaremos anúncios de quaisquer órgãos públicos, direta ou indiretamente. Esses compromissos são públicos e estarão definidos em nosso estatuto, como cláusulas pétreas. Vortex não existirá sem a obediência estrita a esses compromissos.

Não teremos lado, partido ou ideologia. Nossa matéria-prima são fatos que julgamos ser de interesse público; nossos princípios espelham aqueles que alicerçam nosso Estado Democrático de Direito. Fora dele, nosso jornalismo perde sentido. Assim como o novo Brasil que desejamos ajudar a construir.

  • Diego Escosteguy
  • Diretor-geral e fundador

 

Um novo Brasil requer uma nova imprensa. E uma nova imprensa requer um novo modo de fazer jornalismo.

Um veículo que pretende elevar nosso jornalismo para que nosso jornalismo possa elevar nossa democracia.

A nossa missão é simples: ajudar a elevar o debate político e jurídico do país.

Criamos um modelo inovador para cumprir essa missão. Chama-se “jornalismo em movimento”.

Nosso jornalismo não acabará quando publicarmos uma reportagem. Ele começará. Ganhará vida e significado por meio da participação crítica de todos. Nosso diálogo permanente enriquecerá ou corrigirá nossa interpretação dos fatos.

Nosso modelo exige uma nova cultura jornalística. Não nos permitiremos a soberba de julgarmos estar sempre certos. A imprensa não está acima da lei e muito menos do escrutínio público. Jornalistas não detêm verdades, embora busquem publicar fatos.

Não estamos apenas abertos ao diálogo: queremos – precisamos – receber críticas. É por meio da troca com vocês que corrigiremos distorções e melhoraremos a qualidade do nosso jornalismo.

Admitir que podemos errar não significa rebaixar padrões jornalísticos. Significa exatamente o contrário: elevar esses padrões a níveis inéditos. Nosso modelo nos obriga a expor como chegamos a fatos ou a conclusões.

Acreditamos que a nova imprensa precisa se adaptar a vocês, e não esperar que vocês se adaptem a ela. Servir os leitores não significa produzir um jornalismo servil. Significa ouvi-los de verdade e ser útil a todos.

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