(Carolina Antunes/Presidência da República)
Política

Saideira #10: Regina chega, Moro fica, Fux causa

diego@vortex.media

1. Regina Duarte, a noiva sem dote de Bolsonaro

Atente-se, Regina Duarte: noivar com homem sem posses é decisão desajuizada. Vai morar de favor na casa dos outros (a Cultura foi despejada e levou suas trouxas para o Ministério da Cidadania). Não há dote. Há somente caraminguás, e mesmo eles escasseiam a cada ano desde que Dilma Rousseff lançou o país à ruína econômica. Hoje, o governo federal gasta 0,07% de seu orçamento na Cultura. Vida de sacrifício. Nunca foi boa. Ficou pior. Continue lendo

2. Documento mostra disputa entre Secretaria de Cultura e empresa ligada a Regina Duarte

Caso assuma a Secretaria Nacional de Cultura, a atriz Regina Duarte chefiará um órgão que cobra de uma empresa sua, A Vida é Sonho Produções Artísticas, R$ 319,6 mil. Vortex teve acesso a um dos pareceres jurídicos do processo que tramita na pasta e pede a devolução do dinheiro. Continue lendo

3. Denúncia contra Glenn é frágil, mas levanta debate sobre limites do jornalismo

O procurador da República Wellington Divino Marques de Oliveira denunciou Glenn Greenwald por associação criminosa (antiga quadrilha), no caso dos hackers da Lava Jato, sem elementos probatórios que sustentem a acusação. Adore-se ou se odeie o trabalho de Glenn e do site The Intercept na Vaza Jato, importa somente a inescapável avaliação de que o Ministério Público Federal não detinha evidências suficientes para a imputação que fez ao jornalista – e não poderia tê-la feito, em virtude de uma liminar favorável a Glenn, concedida por Gilmar Mendes. Continue lendo e baixe uma versão anotada da denúncia pelo Vortex

4. Falha no Enem equipara gestão de Weintraub na Educação às do PT

A gestão de Abraham Weintraub no Ministério da Educação tropeçou no Enem, o Exame Nacional do Ensino Médio, como algumas das anteriores. Uma falha no sistema publicou notas erradas para cerca de 6.000 alunos. Weintraub teve de pedir desculpas e o ministério teve de dar explicações. Continue lendo

5. Avaliação de Bolsonaro melhora, baseada em Moro e na economia

Ainda assim, o presidente exibe baixos índices de aprovação e altos índices de reprovação para quem acaba de terminar o primeiro ano de mandato, em geral o melhor para os presidentes da República. Continue lendo

6. Fux revoga decisão de Toffoli e suspende juiz de garantias

Fux afirmou que a atuação de dois juízes em um mesmo processo pode levar a Justiça ao colapso. Trata-se, segundo ele, de assunto a exigir melhores subsídios que possam indicar os reais impactos para os interesses previstos na Constituição, entre eles o devido processo legal, a duração razoável do processo e a eficiência da Justiça criminal. Continue lendo

7. TJ do Rio julga recurso de Flávio Bolsonaro contra investigação do MP

Sob a relatoria do desembargador Antônio Carlos Amado, o recurso está previsto para ser analisado na próxima terça-feira, dia 28, pela 3ª Câmara Criminal do TJ do Rio. Continue lendo

8. Mudança no comando do grupo que investiga políticos é novo revés para a Lava Jato

No mesmo dia em que um relatório da Transparência Internacional mostrou piora do Brasil no ranking que mede, desde 2012, a percepção da corrupção nos países, mudanças anunciadas numa das principais frentes de trabalho que lidam com o assunto causam preocupação. Continue lendo

9. Bolsonaro x Moro: um jogo em que ambos saem derrotados

A manobra de esvaziar Moro é puro Bolsonaro. O presidente nutre a paranoia de ser traído por auxiliares. Há tempos este sentimento se volta contra Moro. Bolsonaro enxerga Moro como um potencial concorrente em 2022, pois pesquisas de opinião mostram o ministro com uma popularidade sempre maior que a sua e com bom potencial eleitoral. Continue lendo

10. Será que Moro aguenta?

Os principais fatos desta quinta em Brasília relacionam-se ao contínuo e cada vez mais profundo retrocesso do Brasil no combate à corrupção. Desde que a Lava Jato destruiu a elite política brasileira e latino-americana, esse fenômeno avança. No país, a cúpula dos Três Poderes contribui, desde o início do processo do impeachment de Dilma Rousseff, de modo decisivo para o desmonte institucional e legal que permitiu a busca dessa depuração ética mínima, mediante a obediência ao devido processo legal e ao sistema acusatório brasileiro. Continue lendo

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