Política

“Democracia em Vertigem”: um Frozen político no Oscar

(atualizado: 15/01/2020, 13:07) diego@vortex.media

Quando vi pela primeira vez "Democracia em Vertigem", o documentário escrito e dirigido por Petra Costa, achei o filme bobinho, esquemático e vazio. Não esperava uma obra-prima, por certo, e suspeitava que a propaganda petista definiria os fatos a serem exagerados e os fatos a serem esquecidos. Mas supus que poderia haver méritos estéticos nele. A suposição não resistiu à terceira tomada aérea da Esplanada dos Ministérios. Ou talvez tenha sucumbido entre o "sonho efêmero" de alguma coisa e a "argila humana" de outra; de toda sorte, venci os 123 minutos. Felizmente, foi um sonho efêmero. E minha argila humana logo se esqueceu dele.

Pois bem. Hoje (segunda, 13 de janeiro), flagrei-me obrigado a rever a obra. Afinal, o diabo do filme virou finalista do Oscar, e eu, ignaro admirador de Alain Resnais, Eduardo Coutinho e Frederick Weiseman, devo ter perdido algo. Ao assistir novamente ao documentário, confesso: minha opinião mudou. O filme não é ruim. É péssimo.

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