(Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Fonte: Agência Senado)
Justiça

Em ato decisivo, TJ do Rio reafirma que promotores podem usar dados bancários e fiscais de Flávio Bolsonaro na investigação das rachadinhas

(atualizado: 06/02/2020, 13:21) marcelo@vortex.media diego@vortex.media

Numa decisão mais relevante do que pode parecer à primeira vista, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve, nesta terça-feira (4), a quebra do sigilo bancário e fiscal do senador Flávio Bolsonaro. O ato derruba uma tentativa especialmente estratégica da defesa do parlamentar de impedir o uso dos dados bancários no caso em que ele é investigado pelo crime de lavagem de dinheiro - um caso de repercussões políticas extraordinárias, que apresenta o potencial de atingir fortemente o presidente da República.

Embora negue, Flávio Bolsonaro é suspeito de, com a ajuda do assessor Fabrício Queiroz, fazer operações financeiras para lavar dinheiro obtido com um esquema de "rachadinha" - quando o parlamentar contrata funcionários e os obriga a devolver parte dos salários. É uma das formas mais rudimentares e comuns de desvio de dinheiro público. Queiroz é suspeito de ser o operador da ilegalidade. Seus dados bancários mostram numerosas operações financeiras com a família Bolsonaro.

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