(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Justiça

Parecer de Aras por rescisão de delação da J&F pressiona STF, mas desfecho deve ficar para 2020

(atualizado: 05/11/2019, 11:19) teo@vortex.media marcelo@vortex.media renan@vortex.media
  • Novo PGR defendeu no STF a rescisão do acordo dos delatores da J&F
  • Parecer deve ser a última manifestação da PGR no processo que se arrasta desde 2017
  • Fatos decisivos são: proteção a senador, a prática de crime de insider trading durante o processo de negociação da colaboração e omissão sobre possível conduta ilícita de um procurador
  • Não vê participação da equipe de Rodrigo Janot nas irregularidades, mas aponta cooptação do ex-procurador Marcello Miller
  • Provas entregues por colaboradores são válidas
  • Agora, Fachin notifica defesas dos delatores para entregarem últimas manifestações no processo
  • Defesa quer postergar o processo siga o rito de ações penais, que contam com revisor antes de ir a julgamento
  • Caso será julgado pelo plenário do STF. Expectativa é que desfecho fique para 2020
  • Decisão da Corte deve impactar instituto da delação premiada

A manifestação do procurador-geral da República, Augusto Aras, entregue ao Supremo Tribunal Federal, nesta segunda-feira (4/11), defendendo a rescisão da delação premiada da J&F pressiona o tribunal a dar um desfecho para um dos acordos mais polêmicos fechados na esteira da Lava Jato.

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